sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Avaliação Anual do grupo

NOTA :  08

Nós decidimos pela nota 8, pois, não houve um envolvimento desde o começo do ano por parte de todos os membros do grupo, uns acabaram trabalhando mais que outros. Porém do 2° trimestre para o 3°, nosso grupo depois de discussões passou a interagir melhor, havendo participação de todos os membros fazendo com que conseguissemos melhorar nosso placar na competição de sala, aumentando nossa colocação e nosso desempenho nas competições.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Relatório de Física

NOME                                    NUMERO               SÉRIE
Álan Meger                                   01                         3 ano D
Andrejs Vectirans                        04                          3 ano D
Caroline Fillipe                             08                         3 ano D
Isadora Rebeque                          14                           3 ano D
Marina Pisciotta                           23                           3 ano D
Rayara Isis                                   28                           3 ano D
Vanessa Campos                          38                          3 ano D


1. Objetivo do Trabalho:

O objetivo do trabalho foi a construção de um robô gladiador com materiais de fácil acesso e de baixo custo para que conseguíssemos compreender os conceitos de automação e colocar em prática o que aprendemos sobre circuitos elétricos (matéria do segundo trimestre). Outro objetivo do trabalho era conseguir realizar com sucesso a prova mínima que consistia em estourar duas bexigas opostas uma a outra no qual o nosso grupo realizou com sucesso para que assim possamos participar da competição oficial.

2. Descreva as funções de cada elemento do grupo:
Isadora= Relatório
Marina= Construção da parte mecânica do robô.
Alan= Construção da parte elétrica do robô e relatório.
Caroline=  Pesquisas sobre materiais.
Andrejs= Construção da parte elétrica e mecânica do robô e relatório.
Vanessa= Postagens e compra do material
Rayara= Pesquisas sobre materiais.
Observação: A função dos membros sofreu alterações.


3. Descrever todos os materiais adquiridos e utilizados na construção do robô, juntamente com seus respectivos valores (no final de o total do gastos).
Materiais Adquiridos
- 2 motores de 3 V R$ 8,0
- 4 metros de fio (4 vias) R$ 3,0
- 2 rolamentos R$ 10,0
- Roda Dianteira R$ 6,0
- Duas Chaves de 3 posições R$ 2,0
____________________________
Total R$ 29 , 0
Outros Materiais
- Papelão
- 2 Cd’s
- Caixa de Óculos
- Caixa de Cd
- Ferro de solda
- Estanho
- Super Bonder R$ 3,50
- Cola Quente
________________________Total R$ 3,50


4. Descreva seu projeto e desenhe o mesmo neste local, colocando todas as suas dimensões.






DESCRIÇÃO :
Primeiro reunimos todos os materias necessários para a realização do robô.Em seguida demos ínicio a construção da parte mecânica ( base,rodas ).
Depois de concluida ,começamos a fazer a parte elétrica ( fixação dos motores,controle ) essa foi a etapa que tivemos mais dificuldades,pois os fios são muito fragéis e quebravam ,tivemos de ter muito cuidado com eles.Na hora de realizar os testes percebos que houve ligação errada dos fios e o motor não estava realizando os movimentos corretos.
E por último fizemos a parte da defesa do robô ( escudo, espetos ) essa estapa foi mais fácil,tivemos de ter cuidado com a angulação correta dos espetos

5. Faça uma pesquisa sobre robôs (início, inventor, aplicações, onde se utiliza, etc).
O termo robô tem origem na palavra checa robota, que significa "trabalho forçado". O robô presente no imaginário mundial teve origem numa peça do dramaturgo Karel Čapek, na qual existia um autômato com forma humana, capaz de fazer tudo em lugar do homem.
O primeiro autômato funcional foi criado em 1738 por Jacques de Vaucanson, que fez um andróide que tocava flauta, assim como um pato mecânico que comia e defecava. A história "The Sandman" de E.T.A. Hoffmann traz uma mulher mecânica semelhante a uma boneca, e "Steam Man of the Prairies", de Edward S. Ellis (1865) expressa a fascinação americana com a industrialização. Uma onda de histórias sobre autômatos humanoides culminou com a obra "Electric Man" (Homem Elétrico), de Luis Senarens (1885).
Muitos consideram o primeiro robô, segundo as definições modernas, como sendo o barco teleoperado, similar a um ROV moderno, inventado por Nikola Tesla e demonstrado em uma exibição no ano de 1898 no Madison Square Garden. Baseado em sua patente 613 809 para o "teleautomation", Tesla desejava desenvolver o "torpedo sem fio" para se tornar um sistema de armas para a marinha estadunidense.
Nos anos 30, a Westinghouse fez um robô humanóide conhecido como Elektro. Ele foi exibido no World's Fair de 1939 e 1940.
O primeiro robô autônomo eletrônico foi criado por Grey Walter na Universidade de Bristol, na Inglaterra, no ano de 1948.
Os robôs são utilizados para realizar trabalhos que são muitos pesados, sujos ou perigosos para os seres humanos. Os robôs industriais nas linhas de produção são a forma mais comum de robôs, porém isto vem mudando recentemente pela entrada de robôs faxineiros e cortadores de grama. Outras aplicações incluem a limpeza de lixo tóxico, exploração subaquática e espacial, cirurgias, mineração, busca e regaste e a busca de minas terrestres. Os robôs também estão surgindo nas áreas de cuidados de saúde e entretenimento.
Os manipuladores industriais possuem capacidades de movimento similares ao braço humano e são os mais comumente utilizados na indústria. As aplicações incluem soldagem, pintura e carregamento de máquinas. A indústria automotiva é um dos campos que mais se utiliza desta tecnologia, aonde os robôs são programados para substituir a mão-de-obra humana em trabalhos repetitivos ou perigosos. A adoção generalizada deste tipo de tecnologia, entretanto, foi atrasada devido à avaliabilidade de funcionários baratos e aos altos requerimentos de capital dos robôs. Outra forma de robôs industriais é o AGVs (Veículos Guiados Automaticamente). Os AGVs são utilizados em estoques, hospitais, portos de contêiners, laboratórios, instalações de servidores, e outras aplicações onde o risco, confiabilidade e segurança são fatores importantes. De mesma forma, o patrulhamento autônomo de e os robôs de segurança estão aparecendo como parte de alguns prédios automatizados.


6. Faça uma tabela de problemas e soluções que ocorreram no desenvolvimento do robô gladiador.




7. Teste seu robô e descreva os resultados abaixo (teste oito de frente, oito de ré e estourar bexiga estática). Na descrição do teste coloque o tempo que você leva para executar cada tarefa.

No dia do teste o nosso robô apresentou alguns problemas que foram corrigidos rapidamente. Quando chegou a hora do teste final nosso grupo conseguiu alcançar o objetivo de estourar as duas bexigas em 26 segundos apesar do motor ser um pouco mais fraco o qual pretendemos trocar por um mais potente para que dê mais velocidade ao robô e assim conseguir obter melhores resultados no dia da competição final. Nosso grupo obteve o segundo melhor tempo conseguindo 1000 pontos na competição de sala.

8.Cite 5 conceitos físicos e descreva em que momento ele se faz presente no projeto do robô gladiador.

1. Gravidade- A gravidade é uma das quatro forças fundamentais da natureza (junto com a força forte, eletromagnetismo e força fraca) em que objetos com massa exercem atração uns sobre os outros. Classicamente, é descrita pela lei de Newton da gravitação universal. Foi entendida primeiramente de modo matemático pelo físico inglês Isaac Newton e desenvolvida e estudada ao longo dos anos. (Acontece o tempo todo)
2. Atrito- o atrito é a componente horizontal da força de contato que atua sempre que dois corpos entram em choque e há tendência ao movimento. É gerada pela aspericidade dos corpos.(Quando o carrinho entra em movimento e as rodas quando colocadas no chão)
3. Corrente elétrica- A corrente elétrica  é o fluxo ordenado de partículas portadoras de carga elétrica. (Quando usa o circuito para movimentar o robô o qual é ligado á chave)
4. Pressão- Pressão é uma força aplicada sobre uma superfície. (Estourar o balão e a parte mecânica sobre as duas rodas do robô)
5. Aceleração- a aceleração (símbolo: a) é a taxa de variação (ou derivada em função do tempo) da velocidade.(O carrinho em movimento)

9.Utilizando seus conhecimentos de Física determine a potência de seu robô gladiador.
P= Ec/ (deltaT) => 0,02/5 => 0,004 W
EC= (m.v)²/2 => (0,2.1)²/2  => 0,02
M= 0,02 kg
V=1s

10.Conclusão:
Com a realização do trabalho nosso grupo aprendeu como montar circuitos elétricos, aprendeu também alguns conceitos físicos e que não era necessário alta tecnologia para a construção do robô pois fomos atrás de materiais de fácil acesso pesquisando qual seria melhor utilizar e não gastamos muito por isso.
Esperamos conseguir um bom resultado na competição final, pois nosso trabalho está bem feito mesmo precisando de alguns aprimoramentos (como o motor) e foi realizado com a máxima interação entre os membros do grupo.


domingo, 2 de outubro de 2011

Um pouco de astronomia

Fotografia da Lua tirada pelos membros da Expedição 28 a bordo da Estação Espacial Internacional. A imagem mostra o único satélite natural da Terra ao centro perto da troposfera, destacada em laranja que é a parte mais baixa e densa da atmosfera terrestre. A troposfera termina na tropopausa, que na imagem aparece entre as cores laranja e azul.

Função de cada integrante para o robô

Montagem - Álan, Andrejs, Caroline e Marina

Relatório - Álan , Isadora

Pesquisa - Rayara e Andrejs

Postagem - Vanessa e Rayara

Orador do grupo - Álan e Isadora

sábado, 3 de setembro de 2011

Questão de Fim de Semana

Dom Pedro II

D. Pedro II de Alcântara nasceu a 2 de dezembro de 1825. Era o sétimo filho de Dom Pedro I e da imperatriz Dona Maria Leopoldina. Herdou o direito ao trono brasileiro devido a morte de dois irmãos mais velhos, Dom Miguel e Dom Carlos.

Assumiu o trono em 1840, antes de completar a maioridade exigida pela Constituição em virtude do seu pai ter abdicado do trono. Dom Pedro II foi coroado em 18 de julho de 1841.

Em 1843 casou-se com Dª. Teresa Cristina. Tiveram quatro filhos, mas só sobreviveram Dona Isabel e Dona Leopoldina Teresa.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Função de cada integrante

Rayara Isis - Líder
Vanessa Campos - Vice-líder
Isadora Rebeque - Responsável pela internet
Allan Meguer - Responsável pela internet
Marina Psiotta - Auxiliar
Andrejs - Auxiliar
Caroline Fillipe - Auxiliar

quarta-feira, 22 de junho de 2011

RELATÓRIO DE LATINHA


latinha1_med

Iniciação Tecnológica

- Telefone de Latinha -
 
Grupo:____________2______________

NOTA

1ª Parte

Nome
Número
Série e Turma
Alan
01
3ºD
Andrejs
06
3ºD
Isadora
14
3ºD
Marina
23
3ºD
Rayara
28
3ºD
Vanessa
38
3ºD

1>Objetivo do Trabalho:
O objetivo do trabalho era construir um telefone de latinha (podendo ser utilizada tanto latas de metal como copinhos plásticos) com duas latas e 10m de fio inicialmente sendo barbante mais podendo utilizar outros tipos de fio, para conseguir transmitir o máximo de palavras de um integrante para o outro, para assim assimilarmos os conceitos de ondas que estamos estudando.


2>Descrever os Materiais Utilizados na construção do Telefone. (Todos os Materiais)
 No geral utilizamos: 2 latas pequenas de metal e 10m de barbante nos primeiros testes; e 2 latas grandes de metal e 10m de barbante na competição final; um prego que utilizamos para furar a parte interior das latinhas, uma tesoura para cortar o fio e uma régua para fazer as devidas medidas.


3>Descreva em 7 passos a construção do telefone.
1º - pegar 2 latas alongadas
2º - fazer um furo no centro de cada lata
3º - Usar o prego e o martelo pra fazer o furo
4º - Medir 10m de barbante
5º - Passar cada ponta do barbante dentro do furo da lata
6º - fazer um nó no barbante por dentro da lata
7º - por fim testar o telefone de latinha

4>Desenhe o Telefone com as duas pessoas e indique os fenômenos ondulatórios que ocorrem. Classifique de forma completa a onda existente.



CLASSIFICAÇÃO DAS ONDAS:
* UNIDIMENSIONAL: se propaga ao longo de uma única dimensão (em uma única direção num plano)

* BIDIMENSIONAL: se propaga ao longo de uma superfície (em várias direções em um plano)

* TRIDIMENSIONAL: se propaga no espaço, portanto nas três dimensões.

Natureza das ondas:

* MECÂNICA: produzida pela deformação de um meio material.
( Ex.: onda na superfície da água, ondas sonoras, etc. )

*ELETROMAGNÉTICA:  produzida por cargas elétricas oscilantes.
( Ex.: ondas luminosas, raio X, etc. )

Formato das ondas:

As ondas podem ser transversais ou longitudinais.

Quando você vibra a extremidade de uma corda esticada, você produz ondas transversais na corda. Isto é, as partes da corda vibram para os lados, em ângulo reto com a direção na qual viajam as ondas. Numa onda transversal, as partículas vibram em direções perpendiculares àquela em que se propaga a onda.
Algumas vezes, as partículas, numa onda, vibram na mesma direção que aquela que se propaga a onda. Neste caso, a chamamos uma onda longitudinal, que também propaga-se através do ar ( através de suas moléculas ).




FONTE = http://www.colegioweb.com.br/fisica/classificacao-das-ondas.html


2ª Parte

5> Quantos projetos foram feitos antes do definitivo: (Faça um histórico dos mesmos) (No caso de ser a primeiro e único, Justifique o porquê de não ter tentado uma evolução no projeto)

1º TESTE DO TELEFONE DE LATINHA

No primeiro teste do telefone de latinha, o nosso grupo conseguiu adquirir 24 palavras através do telefone. O resultado foi mediano já que outros grupos obtiveram um resultado melhor.
Utilizamos 2 latinhas de metal, uma maior para ''escutar'' e outra menor para ''falar'' juntamente com fio barbante de 10m.
Tentaremos no próximo teste utilizar copinhos plásticos para ver se conseguimos um numero maior de palavras como outros grupos conseguiram.

Teste 2 - Telefone de Latinha


No 2° teste do telefone realizado no dia 27/05 nosso grupo conseguiu um melhor resultado, ficando em terceiro lugar na sala novamente, porém ainda não chegamos ao nosso objetivo.
Depois de alguns debates com os integrantes do grupo decidimos trocar o tipo de latinha, para podermos observar se teremos um melhor resultado.
Mas na primeira prova do teste aconteceu uma falha de compreenção e perdemos várias palavras, mas estamos tentando melhorar a cada teste.

Na competição final nosso grupo obteve o melhor resultado de todos os testes, adquirindo 34 palavras, mas não o suficiente para ser classificado para as disputas entre as salas.
Esperávamos um resultado um pouco maior já que mudamos o equipamento utilizando latas maiores de metal.





6> Crie uma lista de problemas ocorridos no telefone e a solução que o grupo utilizou para o mesmo (Faça em forma de tabela com duas colunas).

Problema
Usamos no primeiro teste, latinhas menores, o que dificultou para o grupo ouvir as frases e palavras ditas por um de nossos integrantes
Solução
Refizemos o telefone com latinhas maiores e mais alongadas, facilitando a escuta.
3ª Parte (na escola)

7> Para o telefone determine algumas grandezas físicas.

Massa da cordinha

Comprimento
Densidade linear
Dimensão da abertura da latinha







Comprimento de onda da voz do aluno escolhido
Freqüência
do som emitido pelo aluno
Velocidade
do som na cordinha
Número de palavras por minuto







8> Faça 9 testes com o telefone, e anote na tabela observações pertinentes:

Fio
L
Observações

 

 

 

Nylon

5 m
Pouco se escuta

10 m
Nenhum som

15 m
Nenhum som

 

5 m
Pouco se escuta

 

Barbante

10 m

Som mais claro e limpo

 

15 m

Som perfeitamente ouvido

 

5 m
Pouco se escuta

10 m

Pouco se escuta

 

15 m

Nenhum som

9> Utilize este espaço para outros comentários de resultados do item anterior:

Chegamos à conclusão de que o barbante foi o melhor condutor de som.Os ouvintes se adequaram mais à esse tipo de fio. 

4ª Parte (na escola)

10> Utilize o espaço para colocar as contas do item 7.










11> Faça uma descrição longa utilizando conceitos de acústica para descrever o projeto;
FENÔMENOS SONOROS:

FENÔMENOS SONOROS:

→Reflexão
→Eco
→Reverberação
→Refração
→Difração
→Interferência
→Ressonâmcia

1° Reflexão:

Quando ondas sonoras AB, A’B’, A”B” provenientes de um ponto P encontram um obstáculo plano, rígido, MN, produz-se reflexão das ondas sobre o obstáculo.
Na volta, produz-se uma série de ondas refletidas CD, C’D’, que se propagam em sentido inverso ao das ondas incidentes e se comportam como se emanassem de uma fonte P’, simétrica da fonte P em relação ao ponto refletor.
A reflexão do som pode ocasionar os fenômenos eco e reverberação.

2° Eco:

Os obstáculos que refletem o som podem apresentar superfícies muito ásperas. Assim, o som pode ser refletido por um muro, uma montanha etc.
O som refletido chama-se eco, quando se distingue do som direto.
Para uma pessoa ouvir o eco de um som por ela produzido, deve ficar situada a, no mínimo, 17 m do obstáculo refletor, pois o ouvido humano só pode distinguir dois sons com intervalo de 0,1 s. O som, que tem velocidade de 340 m/s, percorre 34 m nesse tempo.

3° Reverberação:

Em grandes salas fechadas ocorre o encontro do som com as paredes. Esse encontro produz reflexões múltiplas que, além de reforçar o som, prolongam-no durante algum tempo depois de cessada a emissão.
É esse prolongamento que constitui a reverberação.
A reverberação ocorre quando o som refletido atinge o observador no instante em que o som direito está se extinguindo, ocasionando o prolongamento da sensação auditiva.

4° Refração

Consiste em a onda sonora passar de um meio para o outro, mudando sua velocidade de propagação e comprimento de onda, mas mantendo constante a freqüência.

5° Difração:

Fenômeno em que uma onda sonora pode transpor obstáculos.
Quando se coloca um obstáculo entre uma fonte sonora e o ouvido, por exemplo, o som é enfraquecido, porém não extinto. Logo, as ondas sonoras não se propagam somente em linha reta, mas sofrem desvios nas extremidades dos obstáculos que encontram.

6° Interferência:

Consiste em um recebimento de dois ou mais sons de fontes diferentes.
Neste caso, teremos uma região do espaço na qual, em certos pontos, ouviremos um som forte, e em outros, um som fraco ou ausência de som.

Som forte -> à interferência construtiva
Som fraco -> à interferência destrutiva

7° Ressonância:

Quando um corpo começa a vibrar por influência de outro, na mesma freqüência deste, ocorre um fenômeno chamado ressonância.
Como exemplo, podemos citar o vidro de uma janela que se quebra ao entrar em ressonância com as ondas sonoras produzidas por um avião a jato.

1° Reflexão:

Quando ondas sonoras AB, A’B’, A”B” provenientes de um ponto P encontram um obstáculo plano, rígido, MN, produz-se reflexão das ondas sobre o obstáculo.
Na volta, produz-se uma série de ondas refletidas CD, C’D’, que se propagam em sentido inverso ao das ondas incidentes e se comportam como se emanassem de uma fonte P’, simétrica da fonte P em relação ao ponto refletor.
A reflexão do som pode ocasionar os fenômenos eco e reverberação.

2° Eco:

Os obstáculos que refletem o som podem apresentar superfícies muito ásperas. Assim, o som pode ser refletido por um muro, uma montanha etc.
O som refletido chama-se eco, quando se distingue do som direto.
Para uma pessoa ouvir o eco de um som por ela produzido, deve ficar situada a, no mínimo, 17 m do obstáculo refletor, pois o ouvido humano só pode distinguir dois sons com intervalo de 0,1 s. O som, que tem velocidade de 340 m/s, percorre 34 m nesse tempo.

3° Reverberação:

Em grandes salas fechadas ocorre o encontro do som com as paredes. Esse encontro produz reflexões múltiplas que, além de reforçar o som, prolongam-no durante algum tempo depois de cessada a emissão.
É esse prolongamento que constitui a reverberação.
A reverberação ocorre quando o som refletido atinge o observador no instante em que o som direito está se extinguindo, ocasionando o prolongamento da sensação auditiva.

4° Refração

Consiste em a onda sonora passar de um meio para o outro, mudando sua velocidade de propagação e comprimento de onda, mas mantendo constante a freqüência.

5° Difração:

Fenômeno em que uma onda sonora pode transpor obstáculos.
Quando se coloca um obstáculo entre uma fonte sonora e o ouvido, por exemplo, o som é enfraquecido, porém não extinto. Logo, as ondas sonoras não se propagam somente em linha reta, mas sofrem desvios nas extremidades dos obstáculos que encontram.

6° Interferência:

Consiste em um recebimento de dois ou mais sons de fontes diferentes.
Neste caso, teremos uma região do espaço na qual, em certos pontos, ouviremos um som forte, e em outros, um som fraco ou ausência de som.

Som forte -> à interferência construtiva
Som fraco -> à interferência destrutiva

7° Ressonância:

Quando um corpo começa a vibrar por influência de outro, na mesma freqüência deste, ocorre um fenômeno chamado ressonância.
Como exemplo, podemos citar o vidro de uma janela que se quebra ao entrar em ressonância com as ondas sonoras produzidas por um avião a jato.

Porem os que podemos observar no telefone de latinha são somente :
→Refração
→Difração
→Interferência
→Ressonâmcia

FONTE= http://fisicaacustica.no.comunidades.net/


12> Conclusão Final:

O projeto foi bem desenvolvido tendo seguido todas as instruções do Professor e sempre tentando melhorar o resultado aperfeiçoando o equipamento.
Nosso grupo conseguiu no desafio final apenas 34 palavras sendo que outros grupos tiveram um desempenho muito maior que o nosso.
Deixamos de fazer o telefone com o copinho plástico o que poderia ter nos ajudado a alcançar um resultado mais vantajoso como outros grupos fizeram.
Mas o objetivo do trabalho foi compreender melhor os conceitos de Onda e acústica que estamos estudando em sala de aula. Ter estudado na ‘’prática’’ com o telefone de latinha se assim posso dizer foi o que facilitou para o entendimento da matéria uma vez que que observamos e participamos de todo o processo manual o que ajudou a esclarecer duvidas e clareou nossas idéias em relação ao assunto.